Dezembro de 2007


DSC01350  640 x 480  - Blue skies over me

Um dia, no Caminho, lembrei de uma música que o Patch Adams canta (no filme com o Robin Willians) para um paciente que era um cara com câncer terminal que era dificílimo de lidar etc, e acabam fazendo amizade no dia em que ele canta isso.

Não lembro quando exatamente, mas acho que foi um dia deitado na grama, olhando o céu azul sem nuvens, e lembrei apenas do refrão: “Blue skies, smilin’ at me, nothin’ but blue skies do i see…” (numa tradução meio literal, “céus azuis sorrindo para mim, nada além de céus azuis eu vejo”). Totalmente pertinente para o momento :) Mas eu não lembrava da letra da música de jeito nenhum, só que tinha blue skies e blue birds (rs), e fiquei cantarolando e comentando com a Jacinthe e Henrik.

E hoje, por acaso, nem vendo a TV eu estava, mas de repente começa a tocar uma versão da música, numa propaganda de um empreendimento imobiliário no interior! Achei muito legal ouvir de novo e lembrar da história e da situação, e finalmente tomei vergonha na cara de procurar a letra. Muito boa iniciativa, pois além da música ser muito simpática (a melodia), a letra é perfeita para esta época de festas, renovação de votos, objetivos e desejos, enfim, para entrar no Ano Novo só com bons pensamentos e com o pé direito - nothing but blue skies from now on, e muito amor sempre ;)

Perry Como - Blue Skies

Blue skies, smilin’ at me
Nothin’ but blue skies do i see
Blue birds singin’ a song
Nothin’ but blue birds all day long!

Never saw the sun shinin’ so bright
Never saw things goin’ so right
Noticin’ the days hurryin’ by
When you’re in love, my, my how they fly!

Blue days, all of them gone
Nothin’ but blue skies from now on!

< instrumental break >

Nothin’ but blue skies from now on!

< instrumental break >

Nothin’ but blue birds all day long!

Never saw the sun shinin’ so bright
Never saw things goin’ so right
Noticin’ the days hurryin’ by
When you’re in love, my, my how they fly!

Blue days, all of them gone
Nothin’ but blue skies from now on!

< instrumental break >

Nothin’ but blue skies from now on!

Feliz Natal e um ótimo Ano Novo a todos, cheio de dias de céu azul, em todos os sentidos que cada um desejar! ;)
Gui

Minha série favorita vai voltar em 31 de janeiro nos EUA… confirmado!!!

Pra quem curte também, aproveitem para conferir o trailer com cenas inéditas:

A nova temporada promete!!! Só espero que a greve dos roteiristas acabe em tempo pra eles completarem a temporada, senão ficaremos só com 8 episódios mesmo, ao invés de 16… :(

Com ajuda do Dude We Are Lost ;)

O amigo Odilon publicou um texto muito simpático em seu blog nesta quarta, e me fez pensar sobre uma passagem do Pequeno Príncipe que me chamou a atenção um tempo atrás e, desde então, acho muito pertinente para exemplificar o uso do bom senso no poder. :)

Aqui vai:

rei - O Rei Razoável

Porque o rei fazia questão fechada que sua autoridade fosse respeitada. Não tolerava desobediência. Era um monarca absoluto. Mas, como era muito bom, dava ordens razoáveis.

(…)

- Majestade… sobre quem é que reinas?

- Sobre tudo, respondeu o rei, com uma grande simplicidade.

- Sobre tudo?

O rei, com um gesto discreto, designou seu planeta, os outros, e também as estrelas.

- Sobre tudo isso?

- Sobre tudo isso… respondeu o rei.

Pois ele não era apenas um monarca absoluto, era também um monarca universal.

- E as estrelas vos obedecem?

- Sem dúvida, disse o rei. Obedecem prontamente. Eu não tolero indisciplina.

Um tal poder maravilhou o principezinho. Se ele fosse detentor do mesmo, teria podido assistir, não a quarenta e quatro, mas a setenta e dois, ou mesmo a cem, ou mesmo a duzentos pores-do-sol no mesmo dia, sem precisar sequer afastar a cadeira! E como se sentisse um pouco triste à lembrança do seu pequeno planeta abandonado, ousou solicitar do rei uma graça:

- Eu desejava ver um pôr-do-sol… Fazei-me esse favor. Ordenai ao sol que se ponha…

- Se eu ordenasse a meu general voar de uma flor a outra como borboleta, ou escrever uma tragédia, ou transformar-se em gaivota, e o general não executasse a ordem recebida, quem - ele ou eu - estaria errado?

- Vós, respondeu com firmeza o principezinho.

- Exato. É preciso exigir de cada um o que cada um pode dar, replicou o rei. A autoridade repousa sobre a razão. Se ordenares a teu povo que ele se lance ao mar, farão todos revolução. Eu tenho o direito de exigir obediência porque minhas ordens são razoáveis.

- E meu pôr-do-sol? lembrou o principezinho, que nunca esquecia a pergunta que houvesse formulado.

- Teu pôr-do-sol, tu o terás. Eu o exigirei. Mas eu esperarei, na minha ciência de governo, que as condições sejam favoráveis.

- Quando serão? indagou o principezinho.

- Hem? respondeu o rei, que consultou inicialmente um grosso calendário. Será lá por volta de… por volta de sete horas e quarenta, esta noite. E tu verás como sou bem obedecido.

Além de simpático, o texto serve para boas reflexões de muita gente por aí! Em especial ali no meio do país…

Recebi esta notícia por email, e é no mínimo curioso ver como as pessoas reagem a determinadas coisas…
Seguindo o ditado que diz que “quem desdenha quer comprar”, e algumas teorias da minha analista sobre as reações de rejeição, será que o comandante da notícia abaixo ficou preocupado de algum mistério seu vir à tona? Ou ficou com inveja dos sanduíches da lanchonete, vai saber… :) rs

*****

Dono de lanchonete é preso por batizar sanduíches como patentes militares

Para o dono de uma lanchonete de Penedo, a 170 km de Maceió (AL) tratava-se de uma estratégia de marketing. Para o comandante da Polícia Militar na cidade, era uma ofensa à corporação. E assim, por batizar os sanduíches da casa com patentes militares, Alberto Lira, 38 de idade, dono da lanchonete Mister Burg, acabou detido por ordem do comandante da PM local.

Afinal, entendeu o militar, não ficaria bem alguém chegar na lanchonete e
pedir: “quero um coronel mal passado”. Ou sair de lá dizendo: “acabei de comer um sargento”.

Na delegacia foi lavrado boletim de ocorrência e, face ao tumulto havido, a casa comercial fechou durante algumas horas. Como o delegado de plantão entendeu que não havia motivo para prisão, Lira foi liberado horas mais tarde. Os cardápios da lanchonete foram recolhidos para avaliação e a casa reaberta em seguida. Aproveitando-se da inesperada repercussão, a lanchonete quer manter o cardápio que desagrada a PM.

A casa oferece lanches como o “coronel” (que é o filé com presunto) e o “comandante” (um prato com calabresa frita) etc. A brincadeira foi demais para o parco humor da Polícia Militar que diz que os nomes dos pratos provocavam chacotas e insinuações contra os policiais entre os moradores da cidade de 60 mil habitantes. Lira, o dono da lanchonete, diz que não teve nem tem nenhuma intenção de brincar ou ofender a corporação. O cardápio - garante o dono da lanchonete - pretendia ser uma homenagem à hierarquia militar. O prato mais caro era o ” comandante”.

O comerciante contratou ontem (15) o advogado Francisco Guerra, para entrar com uma denúncia por abuso de autoridade contra o comandante local da PM e uma ação reparatória por dano moral contra o Estado de Alagoas. Nela vai salientar que não existe nenhum texto legal que impeça um restaurante de incluir, no seu cardápio, “lula à milanesa”, “filé a cavalo” ou “coronel mal passado” etc. O advogado já pediu habeas corpus preventivo para evitar outra detenção de seu cliente. A peça sustenta que “se o argumento do comandante fosse válido, nenhuma festa de criança poderia ter brigadeiro”.

Como se sabe, brigadeiro - além de ser a mais alta patente da Aeronáutica - é também o nome do docinho obrigatório em aniversário de crianças. “Em Penedo, comer brigadeiro pode, mas comer coronel, está proibido” - ironizam os advogados da cidade.

*****

Ainda caberia mais um comentário aqui inspirado na Liga da Justiça (paradoxalmente, o nome da Liga não faz jus ao sentido da frase…):

Enquanto isso, no Senado Nacional…

hands - Nada melhor que os amigos quererem te cumprimentar!

O post de hoje é pra, antes de mais nada, agradecer publicamente a todos os amigos e parentes que ligaram, mandaram mensagens, falaram pessoalmente ou fizeram sinal de fumaça, mesmo os atrasados :P

Sentir o carinho e atenção das pessoas é algo que creio que todos gostamos, então receber tantos cumprimentos é sempre algo gostoso…

Um dia desses li uma mensagem que, em uma determinada altura da vida, felicidade é comemorar os aniversários não pelo número de anos, mas pelo número de amigos à sua volta. Pois bem, não acho que estou muito velho ainda não, mas com certeza já posso me considerar um cara feliz nesse quesito dos amigos. Entre todas as manifestações de parabéns e carinho, foram mais de 100 pessoas me desejando tudo de bom.

As good as it gets... - Presentes, jantar, amigos, meu amor...
O que mais eu posso querer, além do jantar que minha mulher me preparou ontem? ;) Comida muito boa, vinho excelente e companhia melhor ainda… Pra fechar, os presentes que ganhei foram fantásticos, independente do tamanho ou quantidade, todos sem exceção foram coisas que queria mesmo, que gostei muito. Um bom sinal de que foram comprados de coração, que é o melhor tipo de presente que a gente pode ganhar a qualquer momento.

Enfim, pra resumir, um cumpleaños rodeado, física ou virtualmente, das melhores pessoas do mundo, sentindo-se realmente querido. E bons contatos profissionais desde sexta feira, completando o ciclo virtuoso (rs).

It’s as good as it gets :)

Valeu a todos!
Gui