Sex 29 Fev 2008
Nada como uma boa bizarrice para voltar à ativa
Estava difícil de escolher entre essa notícia abaixo, e outra enviada pelo amigo Odilon, mas achei que essa era mais adequada a um recomeço de postagem, mais branda (hahahaha). Mas sua notícia não passou despercebida, caro amigo. É um assunto de extrema importância que ainda há de ser abordado em horário adequado. Rs…
Vejam porque as ações na justiça demoram tanto para tramitar… há muito trabalho urgente para se fazer nos tribunais!
Demissão ocasionada por flatulência é anulada em SP
A demissão por justa causa de uma funcionária que, segundo a empresa, excedia-se em flatulência no ambiente de trabalho foi pelo ares.
Juízes da 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo decidiram pela readmissão da empregada e pelo pagamento de R$ 10 mil por danos morais.
Para basear o voto, o relator do processo, juiz Ricardo Artur Costa e Trigueiros, recorreu a um artigo em que o médico Drauzio Varella afirmava que a emissão de gases intestinais não é doença.
Segundo ele, a emissão de gases é “involuntária” e, “embora gere constrangimento e piadas, não há de ter reflexos na vida contratual”.
“A flatulência pode estar associada à reação de organismos sadios, sendo sinal de saúde. [A demissão] pune indiscretas manifestações da flora intestinal sobre as quais empregado e empregador não têm pleno domínio”, diz a decisão.
O processo teve origem na vara trabalhista de Cotia (na Grande São Paulo).
O juiz cita ainda o livro de Jô Soares “O Xangô de Baker Street”, em que Dom Pedro 2º soltava gases na corte.
Fantástico! E o juiz ainda cita o livro do Jô na sua decisão… deve ser bem factual mesmo!
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Março 1st, 2008 at 17:14
Essa foi mesmo d+. Mais bizarra do que a própria ação deve ter sido a readmissão da moça…..
bjs,
Mamis